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Banco de Desenvolvimento do Bem (BDB)

por Cjotta Santos | SP - Brasil
Descrição do Projeto

O BANCO DE DESENVOLVIMENTO BEM

Antes de iniciar a discorrer sobre qual é o objetivo do Banco de Desenvolvimento do Bem (BDB), gostaria de iniciar com a breve fábula dos porcos assados a qual demostra como uma ideia executada de forma certa pode revolucionar o mundo, e antes que surja a indagação ainda que mentalmente da visão pessimista (será mesmo que é possível quebrar o “STATUS QUO” atual e transformá-lo para melhor), eu já vos digo, sim isso é possível. A fábula conta que certa vez aconteceu um incêndio num bosque onde se encontravam alguns porcos. Estes foram assados pelo incêndio, deste modo, os homens, acostumados a comer carne crua, experimentaram os porcos assados e acharam deliciosos. Logo, toda vez que queriam comer carne assada incendiavam o bosque (...) assim o sistema foi desenvolvido e aperfeiçoado. Mas nem sempre as coisas iam bem: às vezes os animais ficavam meio queimados ou parcialmente crus; outras ficavam de tal maneira queimados que eram impossíveis utilizá-los, isso acontecia, pois era um procedimento montado em grande escala e não detinha de todos os métodos e precauções necessárias para ser realizado.

Feito esta breve introdução partimos ao projeto, o Banco de Desenvolvimento do Bem (BDB) nasceu da premissa que “é preciso inventar novos modos de se relacionar” e através disso revelar a capacidade que o ser humano possui de inovar o mundo através de sua genialidade, pois temos mais gênios do que sabemos e estes estão à espera somente de uma oportunidade para transformar, contribuir, mudar, revolucionar o globo assim como fez: Steve Jobs, Nelson Mandela, Rosa Parkse, Leonhard Euler, Martin Luther King, René descarte, Michel Foucault, Olga Benário, José Bonifácio, Juscelino Kubitschek, Machado de Assis, Oscar Niemeyer e entre outros muitos gênios que o mundo revelou. Desta forma, o papel do BDB, é em primeiro momento penetrar na fissura existente na sociedade que reprime a capacidade desenvolvimentista desses gênios que estão “escondidos” nela inibindo assim sua capacidade de empreender para enaltecê-la mostrando a eles como uma ideia pode atravessar fronteiras, modificando as estruturas existentes, rompendo os paradigmas fixos despertando desta forma, a potência máxima do desejo de vencer, pois quando alguém se sente aguerrido e forte, logo transforma seus desejos em algo concreto porque entre o sonho e sua concretização há somente a potência da vontade, ou seja, para um sonho se tornar realidade tudo dependerá de nosso empenho, de nossa garra, por isso devemos deixar a zona de conforto e trabalhar sempre com a potência no máximo porque por mais demorado que seja mais "cedo ou tarde" ele sairá do papel e começará a ser praticado e é isto que o Banco de Desenvolvimento do Bem quer criar, desenvolver, isto é, projetar as pessoas que querem transformar o mundo ao sucesso.

Então, como funciona o Banco de Desenvolvimento do Bem (BDB)? O BDB constitui de três formas, ou seja, pela ação direta, indireta e mista. A primeira, isto é, a ação direta faz jus à participação de qualquer pessoa que se ache capaz de colaborar com a missão do projeto que é desenvolver um caráter cultural crítico a partir do desenvolvimento intelectual projetando, deste modo, gênios/lideres que balance, redirecione os paradigmas existentes, que contribua com o mundo criando novas formas de pensar colaborando assim para formamos uma sociedade mais igualitária, justa respeitando sempre a essência da dignidade humana. Visto que, de forma direta ou indireta todos nós queremos transformar o mundo! Seja, por meio, de erradicar a miséria, a poluição, o desmatamento, a injustiça social, proteger os animais e etc, ou pela livre iniciativa que se atrela diretamente a capacidade de empreender que o ser humano possui, ou apenas contribuindo com a arma mais poderosa que temos nas mãos (poucos utilizamos até) que é o incentivo, a influência tanto de pessoas que “domina a área ou daqueles que estão somente a alguns passos a nossa frente” como diz Bel Pesce e ela tem ração porque às vezes não precisamos de grandes tecnologias, ferramentas para revolucionar o mundo, precisamos apenas, de uma ideia e basta somente um terceiro dizer algumas palavras para potencializá-la como: não desista você vai conseguir, estou com você, vai dar certo, independente de qualquer coisa, estou com você, basta olharmos o exercício dos outros para potencializar nossas ideias, a saber, basta olhar para a figura de Jesus Cristo que foi e é sem dúvida um dos maiores influenciadores que a história já teve, mas porque a influência e o incentivo funcionam tanto? Por que eles retiram as pessoas com boas ideias da opacidade deixando aqui de serem figurantes para se tornarem protagonistas.

Contudo, cabe aqui fazer um alerta, isto é, ressaltar novamente a história da fábula dos porcos assados, pois pode até parecer clichê a ideia que vos apresentei neste momento, pois muitas ONGS, INSTITUTOS já fazem isso, entretanto gostaria de relembrar a segunda ideia apresentada na fábula que é a seguinte: “ASSIM O SISTEMA FOI DESENVOLVIDO E APERFEIÇOADO. MAS NEM SEMPRE AS COISAS IAM BEM”, isto é a mesma coisa que acontece com a maioria das entidades (falo aqui das diversas ONGS e INSTITUTOS) que tentam desenvolver a ideia de tornar um mundo mais DESENVOLVIDO E ACESSÍVEL de modo IGUALITÁRIO a todos sem distinção de classe ou poder econômico, porém o problema é que esses pensamentos ficam presos, fechado nas formalidades administrativa, jurídica que elas desenvolvem e como resultado disso acabam se perdendo devido o poder de velocidade e síntese que o mundo possui para se transformar, sendo assim, quando escapam de todas as formalidades jurídico-administrativas e vão executar suas ideias elas já estão ultrapassadas e o pior de tudo é que os próprios idealistas não conseguem perceber que esse pensamento já não serve mais para melhorar o meio em que vive. Entretanto é aqui que o Banco de Desenvolvimento do Bem traça sua diferença principal, pois somos um Banco de desenvolvimento, isto é, trabalhamos COM o desenvolvimento e não PARA o desenvolvimento como fazem muitos dessas várias “instituições beneficentes”, sendo assim, toda a automatização e capitalização advindas com os frutos da modernidade estará estruturada dentro do nosso projeto de missão (porque o pilar fundamental do BDB é trabalhar com o desenvolvimento dos meios que eliminem as formas de “insalubridade” social e aperfeiçoem quando não possível revolucionar os paradigmas estruturais que dão forma ao meio em que vivemos de acordo com nossa evolução), do mesmo jeito que o investigador, chamado João Bonsenso resolveu o problema de os porcos ficarem mal assados ou assados de mais, uma vez que extraiu os erros que as pessoas faziam em assar os porcos e conclui que o problema era muito fácil de resolver. Tudo consistia, segundo ele, primeiramente, em matar o porco escolhido, limpando e cortando adequadamente o animal e colocando-o, posteriormente, numa jaula metálica ou armação sobre brasas, até que o efeito do calor e não das chamas, o assasse ao ponto. E assim será a atuação do BDB, pois, por mais adversas que seja as situações e por mais "batida" que seja a ideia de construir um mundo melhor olharemos elas com outro olhar, reciclaremos as formas que existe hoje e de forma eficaz tentaremos eliminar as mazelas da sociedade.

Encerrando está fase, finalizo em revelar mais sinteticamente essa forma de colaboração que conta com uma face da colaboração por ação direta que será classificada como uma LIGA DE DESENVOLVIMENTO DO BEM (LDB), ou seja, uma associação de pessoas, de duração indeterminada, remuneradas ou não, que trabalhem juntos atendendo os princípios gerais do BDB que será administrada pelo mesmo.

A segunda forma é designada a execução da ação indireta, isto é, através de investimento tanto por doação "A PRIORI" em capital feito por pessoa física ou jurídica (forma passiva e sem vínculo direto com o BDB) ou por meio de investidores seja personalidade física ou jurídica (forma ativa e de vínculo) visando deste modo, o financiamento de projetos de empreendimento de cunho social que promovam tanto o crescimento cultural como o econômico melhorando, desta forma, a vida de muitas pessoas. Deste modo o BDB canalizará o capital (através do fundo de investimento) a execução dos projetos desenvolvidos por mentes brilhantes, mas que não dispõem de orçamento financeiro próprio suficiente para colocá-lo em prática, assim sendo, o BDB dará a eles acesso a uma fonte de capital, permitindo que suas ideias saiam do papel e ganhe forma, pois ajudaremos estes a executarem suas ideias tanto do ponto estrutural até a execução final. Porém, aleto, que as contribuições feitas de forma gratuita, isto é, doação não gera nenhum vínculo obrigacional de forma direta entre o BDB e as instituições que fazerem as suas doações para ele, desde que não tenha nenhum encargo. Já os investidores ativos contribuem com o BDB através do fundo de investimento que é gerenciado pelo mesmo gerando uma comodidade aos investidores, uma vez que seus recursos estarão aos cuidados de gestores e especialistas que trabalharão da melhor forma possível para aumentar a capacidade de gerenciamento destes ao passo que os riscos são minimizamos.

Mas porque deveria ser um investidor (ativo ou passivo) nesse banco? Em princípio, por conta de convivermos com uma economia concorrência que nos leva a situação de um mercado em que os diferentes compradores/consumidores de um determinado bem ou serviço/produto atuam de forma independente face aos produtores/vendedores, ou seja, escolhemos o que comprar e onde comprar, isto é, compramos as melhores coisas pelo melhor custo/benefícios que elas nos proporcionam o que deságua em um mercado extremamente concorrente e, visto isto, faço uma pergunta que gira em torno do que os empresários buscam alcançar com seus produtos? A resposta é simples, tentam alcançar o maior número possível de compradores/consumidores que adquirem suas mercadorias movimentando então seus negócios (lucros, vendas e/ou quota de mercado e etc), sendo assim, pondo em perspectiva o mercado mundial, qual empresa de tecnologia não tem o desejo de encontrar inventores, empreendedores como Steve Jobs, Bil Gats, Douglas Engelbart entre outros, ou qual Agência Publicitária não queriam achar metes com a do Marcelo Serpa, Nizan Guanaes, Luiz Lara entre tantos outros gênios do ramo publicitário e quantas outras empresas não gostaria de ter mentes brilhantes com a da Cintia Esteves que criou um microchip para identificar o câncer de mama antes que ele se desenvolva, do Abílio Diniz fundou do pão de açúcar, por meio, de uma simples doceira, Alexandre Costa criador da Cacau Show, do Antônio Alberto Saraiva que engendrou um negócio a base de fast-food especializado em comida árabe, do Eduardo Lyra que leva inspirações para os jovens mudarem de vida e que foi conceituado pela Revista Forbes como uma das 30 personalidades jovens que mais se destacaram no nosso país. Visto isso, faço outra pergunta a vós qual empresa ou pessoa não gostaria de participar de um empreendimento social quem bem trabalhado e executado deem frutos certo e suficiente para inovar um produto, um serviço e que todas as pessoas ganhem tanto direta ou indiretamente?

Outro ponto a destacar é que nada acontece sem empreender, sem a participação de pessoas empreendedoras porque são elas que percebem os erros que devem ser concertados ou melhorados, usam a sua criatividade e isso é muito importante principalmente em tempos de crise em que a economia retrai, os gastos que as pessoas fazem diminuem é neste ponto principalmente que entra a atuação dessas mentes brilhantes porque elas podem criar, desenvolver formas que, no mínimo, mantém o mesmo nível de negócio que era feito antes da crise e olhando por outro lado ela é um bom cenário para revelar grandes ideias que costuma revolucionar o globo.

Por fim, a de ressaltar que o Banco de Desenvolvimento do Bem é estruturando por um fundo de investimento, que é composto tanto por investidores ativos quanto os passivos, entretanto cabe somente os investidores ativos (que pode aumentar seus investimentos de acordo com sua preferência) obterem frutos através do fundo de investimento que é formado por duas divisões sendo a primeira voltada ao financiamento como já dito anteriormente das ideias empreendedoras, no qual o BDB trabalhará como um “sócio investidor” deste e por isso, detém uma porcentagem (diminuta e estabelecida) dos lucros obtidos através da execução do projeto financiado, contudo essa participação nos lucros é por certo período de tempo (estabelecido) e ao final deste prazo caso seja uma empresa ela deve fazer parte do fundo de investimento com uma participação estabelecida de acordo com seu poder econômico. Está porcentagem sobre o lucro que o BDB tem direito volta para compor novamente o fundo de investimento. Por exemplo, eu investir R$ 10.000,00 reais no fundo e outra pessoa que chamarei de “X” investiu R$ 40.000,00, logo somando os valores o fundo de investimento detém de um total de R$ 50.000,00. Em seguida o BDB financiou o projeto de um empreendedor, por exemplo, a criação de máquina que reutiliza o papel escrito e o faz ficar branco novamente, isto é, pronto para escrever nele de novo gerando assim, um impacto revolucionário na indústria de papel até aqui do ponto de vista social nossa missão já está concluída, pois o projeto já teve uma contribuição social, mas vamos além porque ficamos vinculados ao empreendedor devido nosso investimento (BDB), o que nos concebe garantir ter uma participação sobres os lucros desses (caso não vendemos esse direito ao empreendedor), assim esse capital volta para fundo de investimento como já dito anteriormente (e é aqui que inicia a recuperação do investimento) o investidor começa a ter um ganho real sobre o capital investido, isto é, lembra-se daquele exemplo que deu a cima sobre os investidores? Então, retomando aquele exemplo que no caso como disse que tinha investido R$: 10.000,00 e a pessoa “X” tinha feito R$ 40.000,00 somando um total de R$ 50.000,00 e depois de feito o investimento é obtido o lucro a qual o BDB tem direito que volta para o fundo de investimento (vamos supor que o lucro foi de R$ 20.000,00). Quando um capital advindo dos frutos do financiamento entra no fundo de investimento ele é dividido igualmente entre todo os capitais ali existente independente da proporção de seu investimento, ou seja, aquele investimento de R$ 10.000,00 acrescido da divisão igualitária entre os participantes do fundo o lucro de R$20.000,00 chegará a um total de R$ 20.000,00 e o investimento de R$ 50.000,00 chegará a um total de R$ 60.000,00 e é sobre esse valor final que é calculado a porcentagem sobre o retorno que cada investido participante do fundo de investimento do Banco de Desenvolvimento do Bem terá direto de retorno.

EXEMPLIFICANDO:

MEU CAPITAL INICIAL ERA:
R$ 10.000,00 + R$ 20.000,00 (lucro dividido pelos integrantes do fundo igualmente no exemplo são dois que dá R$ 10.000,00 para cada).
R$ 10.000,00 + R$ 10.000,00 = R$ 20.000,00

CAPITAL INICIAL DA PESSOA "X"
R$ 40.000,00 + R$ 10.000,00 (lucro) = R$ 50.000,00

A segunda forma é subdividida em duas a primeira compõe de uma receita de "capital aberta", ou seja, o BDB disponibilizar uma relação de projetos a serem financiados e caso alguma empresa ou pessoa física, jurídica juntas ou separadamente gostem de um projeto e queiram financiar estarão liberados, contudo esse capital não é integrante do fundo de investimento e caso o projeto não der certo o prejuízo ficará somente a encargo dos financiadores, isto é, não é um prejuízo coletivo como o do fundo de investimento que recai sobre todos integrantes dele e não a pessoa isolada como nessa “receita aberta” o papel do BDB é apenas administrar esses recursos. A segunda parte é destinada a participação do fundo de investimento, no qual é retirar uma parte do fundo que será previamente estabelecido para o financiamento de projetos empresarial de teor sociais/ecológicos que contribua para o desenvolvimento da sociedade e de todos que estão a sua volta sobre juros abaixo da média do mercado, aqui pode haver a participação limitada de personalidade jurídica fazendo parte do grupo de ativos. A participação das empresas nessa fase se dá pela colaboração "solidária" pelo qual ofertará um capital destinando ao financiamento de uma determinada obra de natureza social/ecológico (não pode ultrapassar o valor de 50% do valor estimado do projeto) que entra para o fundo de investimento cabendo o BDB administrar esse recurso ao financiamento proposto e para fazer essa integração ao fundo do Bando de Desenvolvimento do Bem, pelo qual será cobrado uma taxa pelo gerenciamento desta empresa a composição do fundo do banco que será dividido igualmente pelos investidores ativos (mesma regra já descrita). A empresa investidora do financiamento não é considerada integrante ativa do fundo, portanto, só pode ser contemplada com os frutos do investimento da proposta para o financiamento do projeto estabelecido. Desta forma, o financiamento de outras obras a qual não investiu não tem direito de ser contemplada com os frutos advindos dos encargos do financiamento que é dividido igualmente aos investidores ativos. Entretanto, quaisquer compromissos afirmados entre a empresa investidora e o projeto beneficiado não é passível de nossa competência gerencial/participativa ou administrativa. Pois o nosso compromisso é apenas oferecer um financiamento através de juros a baixo do praticado no mercado atualmente.

Dessarte, o que moverá a existência do Banco de Desenvolvimento do Bem é gerar oportunidades para os sonhadores transformarem a vida de muitas pessoas, queremos financiar para socializar, pois a cima de tudo o Banco de Desenvolvimento do Bem é apenas uma catapulta que rompe a barreira da incapacidade, da falta de oportunidade que esconde muitos projetos que poderiam contribuir positivamente no meio social porque ao romper essa barreira entramos no caminho da realização, pois ajudaremos as boas ideias a ultrapassar as fronteiras da impossibilidade e alcançar o mundo da realização porque não financiaremos projetos mais sim sonhos, pessoas.

Em fim, chegamos a ultima etapa que é a ação mista que compõe-se da participação tanto da forma direta quando da indireta, desta forma tanto financiará um projeto (investidor) como também poderá trabalha de forma prática ajudando o Bando de desenvolvimento do Bem na execução desses projetos.



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